E-commerce

Maio 15, 2019

11 erros a não cometer na sua loja Online
O comércio eletrónico já não é uma tendência: é uma certeza e está cada vez mais vincado como um hábito comum e recorrente em Portugal. Todos podemos comprar (e vender online) e já há imensos hábitos de consumo baseados em pesquisas online que terminam em compras físicas mas também vice-versa (o exemplo do mercado do vestuário será o que melhor espelha esta realidade). Este aumento do volume de compras utilizando meios online trouxe a tendência de todas as marcas pensarem se conseguirão vender através da internet, porém nem sempre é fácil vender online. Deixamos-lhe uma lista de 11 erros a não cometer se deseja que a sua loja online tenha sucesso. Se quisermos sintetizar quase tudo numa palavra, diríamos que essa é confiança – pedra basilar de todo o processo de compra (física e online)

Falta de critério de qualidade

Bastam alguns segundos para criar uma primeira impressão e, muitas vezes, ela é desfavorável:  layout desorganizado e a navegação confusa; fotografias que não têm qualidade; lentidão no carregamento das informações, links quebrados… todos estes fatores contam para o cliente navegar na loja ao invés de estar nela 4 segundos e sair por “falta de paciência”.

Falta de optimização para smartphones e tablets

Já nem deveríamos falar sobre isto, mas aqui fica o registo uma vez mais. Ser mobile-friendly é indispensável.

Falta de Fluidez no processo de compra

Trata-se de um elemento crucial no Ecommerce – o número de cliques necessários deve ser tão reduzido quanto possível. É de evitar qualquer ambiguidade que possa criar entropia e inércia nos diferentes passos do processo, derive ela de uma má usabilidade ou de um copy pouco claro.

Ausência de páginas importantes

As páginas About, FAQ, Contactos, Política de Devoluções, Política de Portes, e outras, são essenciais para dissipar dúvidas e reforçar a confiança nas marcas ou empresas. Sempre que possível inclua uma morada física.

Falta de marcas de segurança

Para conseguir vender é necessário que os consumidores se sintam seguros para fornecer os seus dados de contacto e pagamento – lá está a tal confiança. A melhor maneira de os descansar é demonstrar que a loja é segura aderindo ao protocolo HTTPS e apresentando o selo do certificado SSL.

Escassez de conteúdo

Não basta a fotografia, é necessário apresentar descrições de produto completas que esclareçam o utilizador relativamente aos materiais utilizados e ao funcionamento, por exemplo. E essas descrições devem ser cuidadosamente redigidas com um duplo objectivo: informativo e comercial (foco na venda!).

Não incluir testemunhos / reviews

O que os clientes dizem acerca de uma marca, produto ou serviço é muito mais valorizado pelos potenciais compradores do que o que as empresas dizem acerca delas mesmas. Integrar as reviews dos clientes na loja poderá ser o estímulo adicional necessário para transformar um visitante num cliente.

Serviço de apoio ao consumidor inexistente ou "escondido"

Seja através de um número de telefone, de um live chat ou de um formulário de contacto (e-mail), é importante demonstrar aos visitantes que podem contactar a empresa facilmente, antes, durante e após a compra (o pós-venda é um fator de uma importantíssimo para fidelizar o cliente e o conduzir a novas compras).

Ignorar os carrinhos de compras abandonados

É incompreensível que não se tentem recuperar as pessoas que adicionaram produtos ao carrinho mas que por qualquer motivo acabaram por não finalizar a compra. Campanhas de remarketing personalizadas para este público são uma excelente forma de o conseguir.

Pouca clareza na política de portes

Um dos motivos principais que conduz ao abandono de um carrinho de compras é a surpresa perante o valor de portes apresentado no final de um processo de compra. Há que ser claro com os visitantes sobre os valores a cobrar.

Ficar à espera dos clientes

Não basta ter uma loja online, é necessário captar tráfego para depois conseguir vender. Pode fazê-lo através de campanhas de Google Adwords, email marketing e anúncios nas redes sociais, por exemplo. E, claro está, a loja deve também ser optimizada para os motores de pesquisa (SEO) para que beneficie de um fluxo de tráfego contínuo em resultado de um bom posicionamento nos resultados das pesquisas orgânicas.